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No espaço semanal dedicado ao IDE, na coluna Opinião, edição de o Diário de Natal do dia 01/01/2010, a professora Cláudia Santa Rosa publicou um artigo que anuncia uma proposta que poderia ser testada, tendo em vista a emergência da qualidade da escola pública. No texto a autora comenta: "tenho perguntado aos gestores de escolas particulares o que, na opinião deles, se constitui em mais-valia que determina o bom funcionamento das suas instituições. Como resposta, ouço: clareza do que queremos, planejamento, controle, monitoramento, cobrança de resultados. As escolas particulares são autônomas. Cada uma tem o seu projeto pedagógico, organiza calendário letivo, assume a própria formação continuada dos profissionais, gere oseu orçamento, contratam e demitem quando e quantos julgam ser necessário, mas também fecham as portas quando não apresentam resultados. Questiono: por que será que tal estrutura não pode funcionar na escola estatal?"
Continua: "Na realidade, o estado brasileiro mantém a educação com uma estrutura pesada, pois, enquanto discursa sobre autonomia e gestão democrática das escolas, rega um terreno em que perpetua a subserviência das unidades a uma hierarquia e dependência administrativa, financeira e pedagógica sem precedentes. As Secretarias e o Ministério da Educação não fazem o que talvez justificasse as suas existências: acompanhar os resultados das escolas; analisar os programas e projetos das mesmas; aprovar e repassar os recursos, conforme o orçamento de cada unidade escolar, monitorando a sua execução; criar espaços de assessoramento àquelas que revelarem necessidade. O que falta para experimentarmos uma proposta diferente de gestão? O modelo atual já provou que não funciona."
Para a leitura do artigo, na íntegra, acesse Dário de Natal ou em Artigos, neste site.